SCArte
SCArte
» Antonio Bandeira
» Antonio Cabral
» Ayao Okamoto
» Candido Portinari
» Di Cavalcanti
» Frans Krajcberg
» Gomide
» Jorge Franco
» MABE

Jovem Pan AM
Di Cavalcanti

Nasceu no Rio de Janeiro em 1897. Em 1914, a revista Fon-Fon publicou seus desenhos de caricaturas. Matriculou-se na Faculdade de Direito dois anos depois e em 1917, mudou-se para São Paulo, não tendo terminado o curso. Conviveu com Mario e Oswald de Andrade, Tarsila, Anita e Brecheret. Interessado em pintura, frequentou, em São Paulo, o ateliê do pintor George Elpons, um alemão de influências impressionistas. É considerado, entretanto, um autodidata.
Di Cavalcanti foi o idealizador da Semana de Arte Moderna de 1922. Participou de sua organização, fez os catálogos e programas e expôs doze pinturas.
Entre 1923 e 1925, viveu em Paris, época em que entrou em contato com Picasso, Braque e Matisse. O Beijo data dessa época, evocando uma atmosfera romântica de sua juventude. Em viagem à Itália, pôde ver os clássicos, que contribuiram para sua formação de pintor. Teve influências, também, de Delacroix, de Gauguin e dos muralistas mexicanos.
Filiou-se ao Partido Comunista e a partir de então, as temáticas sociais e nacionais tornaram-se presentes em suas obras. Retornou a Paris em 1937, onde viveu até 1940. Mulher Sentada, exemplifica grande parte de sua produção, marcada pela temática da sensualidade da mulata brasileira.
Executou vários painéis, publicou álbuns com gravuras e serigrafias, ilustrou livros, bilhetes de loteria e desenhou jóias. Escreveu crônicas e comentários para jornais e revistas. Participou das I, II (prêmio de Melhor Pintor Nacional) e VII Bienais de São Paulo, da XXVIII Bienal de Veneza, além de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Morreu em 1976, no Rio de Janeiro.





Le Brésil à l’époque romantique - Exposição com 122 obras da Coleção Brasiliana, em Paris, retrata o Brasil e suas paisagens do início do século 19

A partir de 27 de junho os franceses poderão ver no Musée de la Vie Romantique em Paris, imagens que ajudaram a divulgar o Brasil como um país exuberante e economicamente viável no período imperial. Atualmente, este trabalho de divulgacao e atribuído a Fundação Estudar, responsável pela Coleção Brasiliana, um acervo formado por mais de 300 obras que retratam o Brasil no início do século 19. Le Brésil à l’époque romantique vai ocupar três salas do Museu com uma seleção de 122 obras. A mostra foi dividida em três segmentos que pretendem dar uma visão abrangente de diversos aspectos da história, da arte e da formação da cultura brasileira durante o século 19: O Rio de Janeiro e a corte: combinando retratos da aristocracia, cenas com tipos urbanos e vistas da cidade, destacando tanto aspectos da paisagem urbana como da natureza do Rio Registros de viajantes: que reúne conjuntos de desenhos e gravuras pensados como álbuns descritivos da realidade social e de aspectos científicos da natureza brasileira Paisagens do Brasil: Diferentes fisionomias da paisagem de outras regiões do Brasil são representados segundo a ótica da arte européia do século 19. Obras primas de autores como Charles Landseer, Thomas Ender, Debret, Rugendas, Facchinetti, Araújo de Porto Alegre, Agostinho José da Motta foram escolhidas pela curadoria e levarão aos europeus imagem de um Brasil do período romântico, que encantou os conquistadores.



"Coleção Nemirovsky - Obras Selecionadas" na Estação Pinacoteca
De 10/01/2006 até 01/07/2006

Destaques da mais importante coleção privada de arte modernista brasileira, que passa a ser abrigada permanentemente pela Estação Pinacoteca. Obras como “Antropofagia” de Tarsila do Amaral, e “Figura Sentada” de Vicente do Rego Monteiro, são exemplos paradigmáticos do período. Há também desenhos e gravuras de Chagall, Picasso, Braque, Léger e outros .

Serviço: Estação Pinacoteca- Largo General Osório, 66, tel. 222-8968;
Horário de Visitação: Terça a Domingo das 10h às18h;
Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00; grátis aos sábados.